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O que de fato acontece numa despedida de solteiro? (PARTE 2)

04 mar
Meninas, o que é traição? 

Olhar e tocar uma moçoila quase pelada, é traição? Saber que o noivo e os amigos vão observar um espetáculo seminu, travesso e feminino, é saber ser traída? Soltar uma babinha de excitação num pescocinho do meretrício… Pode?

E se for você? Visitar o Clube das Mulheres… Observar o volume, a pochete e a sunguinha branca do mascarado, que tal?

Eu digo isso tudo porque fico com essas minhocas aqui na cobertura e não sei muito bem o que pensar. Onde está o limite, hein? Eu acho que a vida tem mesmo uns trecos sem eira, sem sentido. E a gente toca a bola pra frente – ou, assim não fosse, matar pernilongos com aquela raquete elétrica seria um massacre intolerável para os irmãos id, ego e superego. Eis a filosofia de boteco do dia…

Na vida real

Mas eu divago… O que você quer saber é o que realmente acontece. Fazendo as contas aqui no guardanapo, as noitadas a que fui vezes as que ouvi dizer, a soma fecha perto dum zero a zero. Geralmente (e eu disse geralmente, certo? É bem diferente de dizer que nunca rola sexo), esses exorcismos casamenteiros ficam nisto: só papo com os amigos, um striptease ali no poste e quantidades esponjais de birita.

Se tudo é tão casto assim, por que o bordel? Porque um bordel reúne os clichês e as possibilidades de diversão ao alcance da carteira: sexo e cana. E porque é legal dizer à boca pequena, entre colegas, que a gente foi a um. Todo homem sonha com uma cota de malandragem que nunca terá. Mas é só isso mesmo. A possibilidade…

É, ele vai ver uns seios, umas bundas. Capaz que dispare uns beliscões em coxas e não duvide que alise um ou outro capôzinho. Mas o treco para mais ou menos por aí, no limite da vigésima latinha. E pra falar uma última verdade: nenhuma surpresa nisso. Você sabe, puxe aí pela memória: homem adora bazófia, adora falar. Adora aumentar. Fazer, ele faz pouco.

Transar é a parte mais chata duma festa num bordel.

A coisa mais legal numa casa de massagem é matar a saudade das velhas amizades. É se embriagar… E glorificar a imensa e feliz insanidade do amor e do casamento.

Moças, no fundo a gente pinta a vida de ouro e ela é de lata. Um bota-fora é um desses eventos que todo mundo imagina com tintas de Hollywood e de “Sexytime” do Multishow. E à realidade, vista de fora, caberá provar ser muito mais uma mistura bem bocó de Rede Vida, “Mesa Redonda” e “Sessão da Tarde”.

Via Marie CLaire

 

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