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Peguei no flagra! Elas chegaram na hora exata da traição e contam aqui como reagiram

23 jun

Marido, namorado ou simples ficante. No apartamento dele, numa balada lotada ou, sinal dos tempos, pela internet.Mulheres que já chegaram na hora exata da traição contam a Marie Claire quais foram suas reações, do barraco em público à escapada para chorar escondida no carro

Por Débora Yuri

Daniela Toviansky

“Fiz como em novela, me escondi para ficar espiando” – Juliana de Sousa Mestre

Juliana de Sousa Mestre, 24 anos, enfermeira
Estávamos casados havia sete anos. Um dia, ele me disse que teria que trabalhar à noite, o que não era comum. Desconfiada, resolvi segui-lo, de táxi. Como eu suspeitava, ele não foi para a empresa, mas para um depósito que mantinha alugado para guardar coisas de trabalho. Eu o vi entrar, mas não vi ninguém com ele. Fiz como nas novelas: parei numa banca de jornal de onde dava pra ver a porta do depósito, peguei uma revista e escondi o rosto. Fiquei assim por uma hora, até que não aguentei e toquei a campainha: ‘Mô, sou eu’. Ele demorou pra abrir e apareceu meio perturbado. Entrei e ele ficou mais nervoso. Quando vi o banheiro dos fundos fechado, voei. Abri a porta com força de propósito e senti uma coisa fofa atrás. Era a menina, que estava branca. Começamos a brigar e ela saiu de fininho. Ele acabou admitindo a traição, disse que era instinto. Tínhamos um filho e acabei perdoando. Ficamos juntos por mais três anos — nos separamos há um. Mas a confiança nunca mais foi a mesma e isso mudou o relacionamento.”

Daniela Toviansky

“Vi o cara num beijo triplo, com duas meninas” – Fernanda Alyne Soares

Fernanda Alyne Soares, 19 anos, estudante
Peguei um cara no flagra no nosso primeiro encontro. Já estava a fim dele havia um tempo, então, quando me convidou para ir a um show de bandas independentes, topei na hora. Logo que chegamos, sentamos na nossa mesa e, pouco tempo depois, ele disse que ia cumprimentar uns amigos e sumiu. Fiquei sozinha, com cara de tacho, por uns 20 minutos. Onde já se viu chamar uma menina para sair e largá-la sozinha na mesa por tanto tempo, né? Enfim, resolvi procurá-lo. Rodei um pouco e, de repente, dei de cara com ele beijando duas meninas ao mesmo tempo. Sabe aquela cena de três bocas juntas? Fiquei tão passada que não consegui fazer nada, fui embora correndo, queria sumir. Ele nem percebeu que eu vi. Me ligou depois, como se nada tivesse acontecido, e me chamou pra sair de novo. Eu também não toquei no assunto. Ele deve ter me achado louca por ter ido embora sem falar nada. Mas a gente nunca tocou no assunto. Mesmo assim, eu não aceitei esse segundo convite. Só fomos ficar mesmo uns dois anos depois.”

Daniela Toviansky

“Me enfiei debaixo da mesa e comecei a chorar” – Janaína Sabatini

Janaína Sabatini, 29 anos, publicitária
No fim de um namoro de seis anos, ele me pediu um tempo ‘para pensar na vida’. Parou de atender as minhas ligações e tudo. Achei aquilo muito radical, estranhei. Então decidi invadir o e-mail dele — tinha a senha. Achei uma mensagem de uma garota: ‘Nossa, adorei a nossa noite, seus beijos foram maravilhosos, nunca ninguém me beijou assim, você vai ser o amor da minha vida’. Era uma coisa forte e eu paralisei, o sistema nervoso bloqueou qualquer reação. Imprimi o e-mail e fiquei relendo e relendo, mostrei para as amigas mais próximas do trabalho. Depois do choque, veio o choro. Eu sou pequena, tenho 1,53 m, me enfiei embaixo da minha mesa do trabalho e comecei a chorar, ficava pensando: ‘Eu não li isso, eu não li isso, eu não li isso’. A gente tinha dado um tempo, mas eu achava que ele estava pensando na vida, não ficando com outra. A irmã dele era minha amiga e eu mostrei o e-mail para ela também. Fiquei sabendo que até a mãe deles soube daquilo — nossas famílias se conheciam. Então ele me ligou, puto, porque eu tinha colocado a mãe dele no meio. Como se eu fosse a vilã e ele, o coitado! Quando nos encontramos, foi barraco! Eu queria bater nele, mas ele me segurou. Nós dois nos estressamos de vez, terminamos tudo. Mesmo assim ainda fiquei lendo as mensagens picantes que ele trocava com a outra por um tempo, até ele trocar a senha. Sofri demais… Três meses depois, descobri que ele tinha engravidado a menina. Foi um trauma, tomei um porre naquela noite. Hoje, agradeço por isso ter acontecido. Minha vida mudou da água pro vinho: comecei a fazer tudo que ele não me deixava, tipo ir pra academia. Emagreci, mudei o visual e fui até passar o Carnaval na Bahia. Mas ainda não consigo confiar em ninguém. ”

Daniela Tovianski

“Meu porta-retratos estava atrás do móvel” – Bárbara Gaspar

Bárbara Gaspar, 33 anos, vendedora
Era sábado à noite e ele havia dito que não poderia me ver, pois ia dormir na casa do pai. Namorávamos havia sete anos, mas estávamos meio em crise, nos afastando. No domingo, logo cedinho, liguei para a casa dele e ele atendeu. Estranhei ele ter dormido fora e já estar em casa antes das 8h. Sem avisá-lo, resolvi ir até lá. O porteiro não quis me deixar entrar, disse que ele havia saído a pé. Então liguei de novo e ele atendeu, no telefone de casa, e disse que estava descendo. Nos encontramos na escada e eu comecei a armar a cena antes mesmo de pisar no apartamento, eu tinha certeza de que ia encontrar alguma coisa errada. Quando consegui chegar à sala, vi duas taças de vinho na mesa, pratos e restos de pizza. Ele me agarrou e me jogou no sofá antes que eu conseguisse entrar no quarto. Comecei a gritar para ele me soltar, queria ver a cara da menina. No fim ele me convenceu a esperar na sala enquanto ela saía pela cozinha. Quando ela foi, entrei no quarto e vi a minha foto, que ele deixava no criado-mudo, escondida atrás do móvel e uma foto dela no lugar. Ainda saí com ele naquela noite para conversar. Lógico que terminei o namoro, mas eu precisava ouvir alguma explicação. Só que, claro, não há desculpa boa o suficiente, né?”

Daniela Toviansky

“Ele estava de cueca e a menina enrolada no lençol” Cláudia Fagaraz

Cláudia Fagaraz, farmacêutica
Um dia, liguei pro trabalho dele e soube que já tinha saído. Achei estranho, ele sempre me avisava quando saía mais cedo. Onde há fumaça há fogo, pensei. Segui, então, direto para o prédio dele. Entrei na garagem e fui checar o carro. Vi uma bolsa de mulher no banco! Subi direto para o apartamento e toquei a campainha. Ele abriu a porta, de cueca, e a menina estava lá, em pé, só enrolada num lençol. Na hora, fiquei paralisada, em choque, mesmo. Você nunca espera ver uma coisa assim e nunca sabe qual vai ser a sua reação. A minha foi praticamente nula. (risos) Ele ainda me perguntou o que eu estava fazendo lá. Mas não consegui responder, não consegui dizer nem uma palavra. Saí de lá correndo e só comecei a chorar no carro. Até pensei em me vingar de alguma forma, passou pela minha cabeça aprontar alguma coisa, mas nunca tive coragem. Ele me ligou no dia seguinte querendo me dar explicações, mas eu não quis ouvir nem uma palavra. Um namoro de dois anos e meio que acabou daquela forma. Uma pena, mas não sou mulher pra aceitar chifre.”

Daniela Tovianski

“Achei a garota escondida no guarda-roupa” – Patrícia Oliveira

Patrícia Oliveira, 34 anos, empresária
Foi no dia em que prestei vestibular. Eu tinha 19 anos e ele era um pouco mais velho, tinha 20 e poucos. Naquela época ainda não tinha celular, usávamos bipe. Quando terminei a prova, mandei um bipe para ele, perguntando onde estava. Achei estranho não me responder, porque éramos muito grudados. Ele era do Rio e não conhecia quase ninguém em São Paulo. Além disso, estava morando na minha casa havia dois meses — namorávamos tinha quase um ano. Bem, mesmo sem a resposta fui pra casa. Tentei abrir a porta com a chave, mas estava trancada por dentro, com os trincos. Nessa hora meu coração começou a bater forte, como um pressentimento. Forcei de novo e nada. Respirei fundo e o chamei pelo nosso apelido carinhoso — haja sangue frio! Minha voz parecia calma, mas eu estava uma pilha. Ele demorou e apareceu de cueca. Disse que não estava me ouvindo bater. Fui entrando de uma vez querendo saber quem estava lá, mas ele disse que não tinha ninguém. Enquanto isso, fazia de tudo para não me deixar entrar no corredor dos quartos. Quando consegui passar, parecia coisa de filme. Entrei no primeiro quarto e nada. Entrei no segundo e também estava vazio. No terceiro, que era o nosso, resolvi vasculhar mais, até que abri o guarda-roupa e dei de cara com uma menina. Ela estava sentada, espremidinha no meio das roupas, e ficou me olhando assustada. ‘Você sabe que está na minha casa?’, perguntei. Ela balançou a cabeça que sim, mas não se mexeu. Logo depois começou a chorar, mas não saía do armário! Nessa hora desci do salto. Passei um sermão na menina, chamei-a de vagabunda para baixo. Saí do quarto e disse para ele: ‘Você tem cinco minutos para arrumar suas coisas e sair daqui. E tire essa mulher do meu armário!’ Foi uma cena. A menina foi embora e ele se ajoelhou chorando para eu perdoar, parecia uma criança. Mas não consegui. Botei-o para fora de casa naquela noite.”

SURRUPIEI DO MARIE CLAIRE

 
1 comentário

Publicado por em junho 23, 2010 em Curiosidades e dicas ...!!!

 

Uma resposta para “Peguei no flagra! Elas chegaram na hora exata da traição e contam aqui como reagiram

  1. Felipe

    maio 13, 2012 at 10:50 am

    Legal as historias varios tipos de mulheres umas q perdoaram e relevaram outras q chutaram o balde mais uma em particular me chamou a atenção a primeira moça era casada a 7 anos perdoou a traição e ficou mais 3 se separou faz um ano e agora tem 24 ou seja se casou com 13 OMG!!!

     

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